quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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Evangelização é mesmo importante na mídia?

Por Carla Cavalcante

 

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A moda da atualidade é exposição de propagandas e programas de doutrinação na mídia, principalmente na televisão. Eles são basicamente de duas vertentes religiosas: a protestante e a católica, com o primeiro grupo representado pelas igrejas evangélicas neopentecostais.

Ao invés dos meios de comunicação serem ocupados com informações que agregam conhecimento a sociedade, eles são ocupados com doutrinação religiosa. A meu ver a mídia não deveria abrir espaço para religião em sua programação diária, que não sofre nenhum tipo de fiscalização, para saber se ferem os direitos humanos ou outras religiões.

Infelizmente, a desculpa dos manipuladores de fiéis é, na maioria das vezes, a mesma: o mundo atual esta perdido, nossos jovens estão sem rumo, vazios de Deus e fé. Todos têm o livre arbítrio e caso alguém sinta vontade de buscar “Deus” opções de igrejas não vão faltar e o local ideal para a exibição de idéias religiosas é em qualquer lugar, menos nos veículos de comunicação.

Pessoas a favor da religião na TV e nos outros veículos destinados a informação e entretenimento vão dizer que todos têm algo no cérebro chamado filtro, apto para passar todo conteúdo divulgado em uma peneira e ficar só com o que é bom. Mas não podemos esquecer as crianças, que ainda não desenvolveram esse filtro e não tem uma mentalidade formada capaz de saber o que é bom ou ruim.

Que a igreja católica e a maioria das religiões são contra o sexo antes do casamento a grande maioria já sabe, até aí tudo bem. Mas desse ponto em diante abrir seu jornal pela manhã, ou ligar a TV e ver declarações vindas diretamente do Vaticano que o Papa é contra o uso da camisinha, seja para evitar filhos ou doenças sexualmente transmissíveis, dentre elas o vírus HIV, já é inadmissível. Vivemos em uma sociedade onde adolescentes na idade de 15 anos engravidam, para um líder religioso dar esse tipo de declaração.

Em uma noticia publicada no jornal Folha de S. Paulo saiu a declaração do Papa sobre o uso da camisinha e a forma que ele acha mais adequada para evitar o vírus da AIDS. Segundo o papa, a AIDS se vence com “uma humanização da sexualidade, uma renovação espiritual humana que comporta uma nova forma de conduta de uns com outros e por meio da amizade, disponibilidade e amor pelos doentes”.

Seria muito interessante se a cura ou a luta para não adquirir o vírus da AIDS funcionassem apenas com humanização e a amizade, isso seria lindo se não estivéssemos na realidade do século XXI. Onde existem aproximadamente no mundo todo 33,4 milhões de pessoas infectadas pelo vírus do HIV, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), matéria publicada em 2010 na revista Exame, da editora Abril.

Pois é, eu sou contra esse tipo declaração em todos os lugares, principalmente na mídia, exposta pelos padres que seguem fielmente as leis do Vaticano vindas diretamente da cabeça do Papa, e isso é só a ponta do iceberg da evangelização nos meios de comunicação. Não podemos esquecer as diversas cenas de preconceito, principalmente contra as religiões afro-brasileiras, vindas tanto de católicos, quanto de protestantes.

A mais conhecida delas foi o episódios conhecido como “Chute na Santa”, em 12 de outubro de 1995, quando o bispo Sérgio Von Helder, no programa “O Despertar da Fé, da Rede Record, chutou e xingou uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida. O episódio vergonhoso teve repercussão internacional e acabou por influenciar em diversos conflitos entre igrejas neopentecostais e integrantes de cultos afro-brasileiras e a Igreja Católica.

São casos como esse que mostram como a doutrinação e evangelização são nocivas aos princípios que regem as concessões a rádio e TV. Mesmo em programas que não têm foco nas religiões ocorrem esse tipo de discriminação, como em episódios em que o apresentador Datena disse que “os ateus são criminosos”, o que denota uma lamentável incitação ao preconceito e ao ódio.

29 Comentaram...

Tavares disse...

Vc já ouviu falar em liberdade de expressão?

Aliás, esse blog já foi melhor.

Dolphin disse...

Parece que a Globo criará um programa voltado ao público gospel.

Mas enfim, a questão para mim se resume ao fato de que radiodifusão é concessão pública e não deveria ser usada como ferramenta de evangelização. Não em um Estado laico.

Fora que se católicos e evangélicos podem ter espaço nas grades das emissoras e até direito a concessões - vide a Record - o mesmo deveria acontecer com as outras religiões, sem distinção. É claro que sabemos que isso não vai ocorrer, o lobby cristão no Congresso é forte e podero$o.

Por falar em Congresso, segue a pérola:

"Pelo que eu conheço, as pessoas que estão aqui são como eu já fui um dia: agnósticos, marxistas. Isso não reflete a sociedade brasileira. Não podem estar em um conselho em que, mesmo não sabendo, a sua visão pessoal acabará prevalecendo sobre a visão do coletivo."

Fala do Deputado Anthony Garotinho, PR/RJ em reunião do Senado que censurou a decisão do Conselho curador da EBC de suspender programas religiosos da grade da TV Pública.

A integra da sessão pode ser vista aqui: http://comerdematula.blogspot.com/2011/10/face-fundamentalista-do-governo-dilma.html

A fala desqualifica ateus, agnósticos e membros de cultos minoritários já que não poderiam ocupar cargos decisórios por não refletirem a sociedade brasileira. É o Estado Teocrático escancarando suas intenções. (Texto retirado: http://fiscaisdefiofo.ligahumanista.org/post/11837331378/pelo-que-eu-conheco-as-pessoas-que-estao-aqui-sao)

Quanto a liberdade de expressão citada a cima, em nenhum momento a Carla disse para cercear a liberdade de ninguém. O que não dá é para em nome da liberdade de expressão, ofender, agredir ou incitar - verbal e fisicamente - caluniar e manipular informação.

Enfim, o assunto é para um longo debate. Mas é ótimo ver por aqui no blog, textos que levantam a bola para que o debate aconteça. Parabéns pela ousadia, Carla!

Eder de Jesus disse...

Tem uma coisa que nunca fez sentido pra mim, quando alguém vem com esse papo de igreja X camisinha

a igreja é contra o uso de camisinha? sim,
mas a igreja também é contra o sexo fora do casamento


Será que tem alguém que pensa: "não vou usar camisinha, pois como bom católico, sei que a igreja não deixa, mas vou ver se consigo transar com umas duas piriguetes hoje!"

não faz sentido culpar a igreja por quem segue apenas metade da sua doutrina!

um adolescentes de 15 anos engravidar é lamentável? sim claro, mas eu duvido que ela tenha deixado de usar camisinha por que o Papa mandou não usar, isso tem mais haver com falta de dialogo dessa menina com os pais, isso sim

Aleatório disse...

Esse texto foi realmente inesperado (ainda estou esperando o Felipêra voltar das férias e.e). É bom ver caras novas escrevendo no blog mesmo que essa cara tenha que enfrentar as acusações de postar apenas por ser a Namorada do Editor - que deve ser algum tipo de evolução da Namorada do Mestre de RPG.

Deixando minhas divulgações de lado. Alguém pode me explicar de forma mastigada (não estou com vontade de googlear) como funciona essas concessões de canais?

Nilto, o Junio disse...

"Ao invés dos meios de comunicação serem ocupados com informações que agregam conhecimento a sociedade, eles são ocupados com doutrinação religiosa."
Trecho mais infeliz do post. Das emissoras que tem espaço reservado para a evangelização quantas abrem mão de noticiários e informações que agregam conhecimento a sociedade? E das emissoras que não evangelizam qual é o percentual da programação que é destinado a agregação de informação na sociedade?
O estado é laico mas também é uma democracia e acho que a evangelização deve ter tanto espaço na mídia quanto as práticas que deturpam a sua ideologia, tendo os católicos e evangélicos também veem tv.

Fredi disse...

Concordo, esses horarios destinados aos cultos religiosos deveriam ser substituidos por quem sabe novelas. Elas por exemplo trazem muita edificacao, com valores morais importantissimos para o desenvolvimento de uma crianca, ou talvez desenhos violentos e cheios de mensagens duvidosas. Nao sao os programas religiosos o maior problema da televisao!

Tavares disse...

Existem pessoas com uma propensão ao autoritarismo e a intolerância, mas elas não percebem isso.

O Brasil tá cheio desse discurso de "estado laico", como se em nosso país vivessêmos em uma teocracia. No fundo esse discurso sai de pessoas que discriminam a religião, mas não tem coragem de assumir que acreditam que as religiões deveriam ser proibidas, que a liberdade religiosa deveria ser abolida e portanto que o estado deva assumir uma posição totalitária e que o povo se torne estatolatra.

Canais de TV vendem espaço em sua programação, eles tem concessão pública mas são empresas, precisam de dinheiro.

Se igrejas compram esse espaço e o utilizam para evangelização é pq estamos em um país livre. Se isso incomoda vc pq seu professor de sociologia petista lhe convenceu que "a religião é ópio do povo", então mude de canal. Mas respeite os indivíduos que apreciam a atividade religiosa. Ninguém está forçando vc a assistir um canal de TV ou seguir uma religião.

As mesmas pessoas que defendem essa falácia de "estado laico" apoiam regismes teocráticos como o Irã, que força seu povo a seguir o islamismo radical. Posso apresentar inúmeros artigos comprovando isso.

Nosso país se aproxima muito daquilo que vemos no filme O Ovo da Serpente, os jovens estão nutrindo um sentimento de intolerância e autoritarismo que cresce disfarçado de preocupação social e boa intenção. Tenho medo do que isso pode gerar no futuro, quando pessoas assim chegarem aos postos de poder ou quando tiverem de enfrentar uma grande crise.

Gilmarzinho disse...

"Estado laico" é uma ilusão.

Todo fórum, câmara, repartição pública, parlamento deste país tem lá sua imagem de Jesus pendurado no equipamento de tortura.

Quem não é católico está SIM à margem da sociedade ocupada por pessoas "normais".

Té.

Pedro disse...

Como muitos (ou poucos) de nós, insistimos em debater sobre as doutrinas religiosas, sabemos que mesmo não querendo ofender ninguém acabamos irritando vários religiosos independente da crença.

Já temos um bom exemplo disso aqui mesmo...

Tavares disse...

"As mesmas pessoas que defendem essa falácia de "estado laico" apóiam regimes teocráticos como o Irã, que força seu povo a seguir o islamismo radical. Posso apresentar inúmeros artigos comprovando isso."

A meu ver esse cara não sabe o que significa estado laico, comparando um estado laico há vertente religiosa mais extremista do planeta.

E em relação ao texto, gostei da iniciativa para se abrir um debate sobre religião aqui no blog. E religião é um assunto para ser debatido sim.

In The Castle Of Dreams disse...

Não considero que as 'religiões' funcionem como o ópio do povo, mas sim, como um câncer na sociedade!

Recentemente o Pastor Silas Malafaia, juntamente com a Associação Vitória em Cristo, lançou uma campanha para arrecadar aproximadamente R$ 110.000.000,00, com a inocente intenção de combater a aprovação da PEC do casamento civil igualitário, o dinheiro que poderia ser direcionado as causas sociais foi vergonhosamente investido na incitação ao preconceito.

"Evangelização é mesmo importante na mídia?" Não, não é!

Os religiosos utilizam de falsos discursos sobre a então chamada "Moralidade Religiosa," para confundir e direcionar os telespectadores durante os seus programas! Sejamos racionais... não pretendo permitir que meus filhos ignorem o colega de classe, por ele ser gay, ateu, ou umbandista, "O preconceito é a razão dos imbecis."
Devemos ser humanamente morais e aceitar as pessoas como elas realmente são, sem dar importância a crença e/ou opção sexual dos outros.

Procurem sua liberdade religiosa, mas não esperem que as pessoas racionais sejam complacentes à burrice!

Carlos disse...

Esse blog tá ficando tão nazistóide... já foi bem melhor.

Eu sou a favor ferrenho da liberdade de expressão e da diversidade do pensamento.

Daqui a alguns anos poderemos ver a autora numa propaganda do NEXTEL de tão foda que é para saber o que é melhor para os outros!

Hail CC

Anônimo disse...

Não sou contra a exibição desses programas religiosos na mídia, aqueles que não estão interessados, assim como eu, simplesmente mudam de canal. Mas tenho que concordar que esses programas tem influencia sobre as crianças e os pais é que devem ter o bom senso de não permitir que os filhos sejam influenciados, pois mesmo as crianças tem o direito de escolher qual caminho, seja religioso ou não, vão seguir. Ninguem merece receber uma lavagem cerebral quando pequeno e crescer bitolado naquilo como algumas pessoas que conheci.

MARCELO SOARES disse...

Cara, se a namorada do editor de um blog/site não é confiavel para ele de postar, quem seria hein? kkkk

Religião é um tema complicado, e sabemos que nossa midia não é nada neutra, pelo contrário, muito tedenciosa e massiva. Então o discurso religioso acaba se tornando massivo tb dentro dessas midias, ainda mais que não é dialógico e sim unidirecional. Não concordo com programas religiosos, assim como não concordaria com satanistas, nazistas ou programas de ideologias que fosse explicitamente assim.. Nem em programas policiais curto os discursos doutrinadores de apresentadores, quanto mais um programa só pra isso.

Liberdade de expressão é importante, mas responsabilidade com o que é expresso mais importante ainda, pensem nisso.

Anônimo disse...

Esse blog já foi melhor!! Só digo isso... Triste meu Deus!

Anônimo disse...

Não vejo problema em programas de conteúdo religioso, só vejo problema no conteúdo de alguns deles. Nunca entendi o motivo de briga entre seguidores de religiões diferentes, seria tão mais fácil se cada um seguisse sua fé sem dar pitaco na alheia, infelizmente não é isso que acontece. Em programas da Record e do canal da Renascer é muito comum encontrar mensagens de ódio referente a outras religiões. Principalmente mensagens contra espiritas e umbandistas. Como tenho familiares adeptos a essas duas religiões me sinto ofendido com algumas declarações. Nem esses canais assisto mais por causa disso.

Góris disse...

Benvinda ao site, Carla.

Uau, vc pegou um tema beeeem espinhoso para começar.

Bem, uns 2 meses atrás fiquei 5 dias de cama com a esposa cuidando de mim. Só dava pra eu ver TV e cada dia, quando dava as 7 da noite, minhas dores aumentavam, pois minha esposa é fanática por novelas.

Sem falso moralismo, mas quer uma fábrica de mau-caráter melhor que as novelas? É um tal de esposa trai marido, namorado trai namorada, fulano é mau, mas se rouba de outro malvado tá justificado, um tal de uma guria falando pra outra "nossa, finalmente vc não é mais virgem" como se ela tivesse se livrado de uma doença(longe de minha pessoa defender a virgindade, mas sim pensar na idade de quem assiste aquilo e se deixa influenciar) e vc vem falar de religião?

Honestamente achei uma bola fora.

Góris disse...

Completando, acho que se vc achar algo certo, vc tem de fazer o que vc fez, dizer a todos o que pensa e tantar abrir a mente deles.

E ao criticar propaganda religiosa na TV vc fez justamente o contrário, foi contra o direito dos outros de falarem a abobrinha que for.

E, novamente, melhor o cara falando de como Jesus morreu na cruz por você e vc deve a ele sua alma que ver criancinhas aprendendo que roubar é normal, mentir é normal e que se o herói fizer a mesma coisa que o vilão, ele tá certo, afinal herói pode...

Anônimo disse...

Ué, só trocar de canal, vai bem de cada um escolher o que quer assistir ou não...

Anônimo disse...

Que chatice heim?!
Cadê o controle remoto?
Não gosta troca de canal!

Anônimo disse...

A muito que a televisão se tornou uma arma, arma para vender, para convencer, atacando onde nos afeta, mudando nossas mentes, ela corrompe, ela programa. Quer proteger as crianças? Afaste elas da tv ou todas serão afetadas. A concessão é gerada por acordos políticos, é um sistema corrupto na base, não há como gerar frutos bons. Se achar algo que preste, é pro que é uma exceção. Pensando assim, é melhor não se preocupar com um tipo programa e sim com o quadro todo. Se pensar bem vai ver que todas as mídias são assim, todas tem seu "rabo preso" com alguém e vão mostras uma orientação seguindo um plano de ação, vai confiar em um canal de notícias que fala o que "precisam" que seja dito?

Marcos Curvello disse...

Dizer não discuta assunto A porque existe o B é a maior ignorância que conheço. Novela é um problema? Pode até ser, mas não é objeto do texto. Antes de comentar faz bem pensar um pouquinho.

Marcos Curvello disse...

Outra imbecilidade é esse se não gosta, não veja. A autora está se posicionando sobre um assunto. Discuti-lo com argumentos é válido, tentar sufocar o direito da autora se expressar é nazista.

Fábio Oliveira disse...

As igrejas utilizam esses espaços para conseguir mais fiéis (leia-se poder) e é óbvio que esse espaço só é acessível à milenar e poderosissima igreja católica e à nova burguesia evangélica. Nunca vi esse espaço utilizado por outras religiões de menor expressividade dentro da sociedade, mas com certeza o usariam se tivessem recursos pra isso (com excessão da série sagrado pelo qual a globo merece um elogio de minha parte). Bem sendo franco, não gosto desses programas, portanto, não assisto. Pessoal, sempre haverá espaço na mídia pra quem puder pagar por ele (vide os comerciais que ao meu ver não diferem tanto desses programas).

Anônimo disse...

Como assim? A evangelização é necessária na mídia! Como já foi dito aqui nesses comentários, assim como as vertentes das igrejas pregam suas ideologias, a Igreja em si também deve mostrar a cara! Já não bastam as novelas que passam a ideia de que quem vai à igreja é ultrapassado, e quem segue a castidade também!
Os horários que são reservados para a religião nunca poderão ser substituídos por novelas! Elas já estão acabando com toda a estrutura mental das crianças que as assistem! Como assim carregam uma moral por trás? QUE MORAL É ESSA QUE MOSTRA ADOLESCENTES QUE NÃO ESTUDAM, QUE NÃO SE COMPROMETEM COM NADA NEM COM NINGUÉM E QUE SÃO IRRESPONSÁVEIS, MAS PASSAM NO VESTIBULAR DEPOIS DE TUDO? Isso é moral pras crianças?
A questão da camisinha é exatamente o que já foi dito. A igreja está certa em proibir a camisinha, mas se alguém vai querer seguir as ordens da igreja, siga completamente: não faça sexo sem compromisso! Se cada um escolhesse um só pra vida, e só fizesse depois do casamento, o mundo não estaria com tantos casos de AIDS. Se funcionasse como o Papa proclama, não teriam tantos casos de AIDS!

"não faz sentido culpar a igreja por quem segue apenas metade da sua doutrina!não faz sentido culpar a igreja por quem segue apenas metade da sua doutrina!"

Anônimo disse...

que post ridículo!!

Anônimo disse...

primeira vez que visito este blog e ultima..

Anônimo disse...

Para se pensar.

"(...) não podemos esquecer as crianças, que ainda não desenvolveram esse filtro e não tem uma mentalidade formada capaz de saber o que é bom ou ruim. (...)"

Bem é obrigação dos pais ensinar aos filhos o que é bom ou ruim e não da TV, se fosse assim, muitos desenhos não poderiam ser exibidos, pois muitos deles contém cenas de violência entre outras coisas impróprias para aqueles que a autora diz que "(...)que ainda não desenvolveram esse filtro (...)".

Pergunto a autora: "como você terá certeza que uma criança que assiste Dragon Ball ou Naruto (só para citar dois), não pensará que pode ressuscitar?"

Notas: (1) Já gostei muito de Dragon Ball e Naruto, hoje não tenho tempo, para assistir desenhos. (2) Também sou contra evangelização na TV, porém acho que os argumentos da autora não procedem.

Luciano disse...

Os piores radicais são os anti-religiosos, se alguém não gosta de religião sugiro que viva um ano na Coreia do Norte, depois a gente se fala, se os norcoreanos deixarem.

Alan Cruz disse...

Problemas das doutrinas religiosas são que elas simplesmente trazem dor e sofrimento. Substituiria esses programas religiosos, por uma programação científica e educacional.
Como podemos observar, a ciência trouxe inúmeros benefícios a Humanidade enquanto a religião e seus dogmas trouxeram sofrimento e dor, sem agregar nada ao desenvolvimento humano.
Sou contra pregação de superstições principalmente na mídia, pois não fornecem nada que possa agregar valor.

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