terça-feira, 9 de novembro de 2010

Avatar José Renato

Dead Rising 2

 

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Vocês acham que o apocalipse só virá em 2012? Olhem ao redor atentamente: o apocalipse já está por aqui, e ele vem andando lentamente enquanto seus pedaços putrefatos caem. Temos atualmente uma série de TV (The Walking Dead) que por sua vez é baseada numa HQ de mesmo nome. Também temos uma avalanche de filmes de variados gêneros e diretores, autores enfiando-os em grandes obras da literatura inglesa, e claro, pessoas que se vestem e gastam grana com maquiagem pra andar na rua como eles. Os zumbis estão na moda.

E claro, os games não poderiam ficar para trás, e os zumbis agora são quase como a nova Segunda Guerra Mundial: todo mundo quer fazer jogo com eles. A franquia Resident Evil abandonou os zumbis desde 2005, mas Left 4 Dead faz enorme sucesso (tanto que fez a Valve esquecer os episódios de Half-Life 2, o que me faz espumar de raiva), Call of Duty fez um modo multiplayer no qual você tinha que sobreviver contra hordas de zumbis nazistas, e até o recente Red Dead Redemption já tem uma expansão que coloca zumbis no velho oeste.

Aposto que isso tudo não passava pela cabeça de George Romero enquanto ele filmava o agora lendário Night of the Living Dead, lançado em 1968, e tenho certeza absoluta que as críticas sociais que seus antigos filmes faziam se perderam na cabeça dos jovens que agora riem enquanto enfiam frigideiras nas caras dos zumbis em Left 4 Dead. Porém, por mais que eu goste dos filmes sérios (e The Walking Dead também já se mostrou bem séria com seu primeiro episódio) eu também não sou de ferro e curto um pouquinho de diversão bizarra de vez em quando. É aí que entra Dead Rising 2.

HISTÓRIA

Só para constar, o primeiro Dead Rising foi lançado em 2006 exclusivamente para Xbox 360 (e isso também me fez espumar de raiva), portanto não pude jogá-lo. Não sei absolutamente nada da história dele, mas a sequência só faz algumas poucas menções ao original e, na verdade, história num jogo desses é melhor ser ignorada.

O jogo acompanha o ex-campeão de motocross Chuck Greene. Antes dos acontecimentos do game, zumbis invadiram a cidade onde ele e sua família viviam, matando sua esposa e infectando sua filhinha, Katey. Para conseguir comprar o raro e caro remédio Zombrex, que impede pessoas mordidas de virarem zumbis (não pergunte), Chuck tem que participar do reality show Terror Is Reality, onde uns orelhudos disputam pra ver quem mata mais zumbis por prêmios em dinheiro.

 

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Eu não sabia que zumbis explodiam coisas

Depois do encerramento do programa, que está sendo transmitido direto de uma pequena "cidade-shopping-cassino" reminiscente de Las Vegas, chamada Fortune City, de repente os zumbis que estavam presos para uso do programa invadem tudo e comem a cara de todo mundo. Chuck e Katey conseguem escapar, mas depois sai no noticiário que o responsável pela invasão dos zumbis é Chuck. Então, você fica preso dentro desse complexo de shoppings e cassinos por 72 horas até que os militares cheguem para limpar a área, e tem como objetivo achar provas que limpem o nome de Chuck e apontem quem é o responsável, ao mesmo tempo que tenta achar Zombrex para sua filhinha infectada, que precisa do remédio a cada 24 horas para não pedir cérebros de sobremesa. Também existe uma espécie de ONG estilo Greenpeace que quer lutar pelos direitos dos zumbis ou algo assim, mas isso é rapidamente esquecido até mesmo pelo jogo.

Felizmente, nada disso é levado muito a sério. Os personagens são todos caricatos, incluindo um vilão que dá gargalhada do mal. Chuck só consegue dizer a mesma coisa pelo jogo inteiro (vocês estão matando gente por dinheiro, como são cruéis). Katey só está ali pra tomar remédio e fazer todo mundo fazer "owwwnnn" pra ela quando ganha mais um poderzinho no joguinho de Gameboy dela. A repórter investigativa usa roupinhas de bisca e faz pose sexy pra dizer qualquer coisa (de fato, me lembra de algumas outras "jornalistas") e a Blue Castle Games nem perdeu tempo tentando colocar vozes nos sobreviventes, colocando suas falas em texto no meio da tela.

 

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Insira estereótipo de jornalista bisca aqui

Outra coisa que torna tudo mais bizarramente engraçado (e isso não é para detrimento do game, de fato faz ele ser melhor) é que durante o jogo, você pode trocar a roupa, cabelo e pelagem facial de Chuck, e todas as alterações continuam lá para as cutscenes. Garanto que não há nada mais ridículo do que uma cena onde Chuck fica puto por não ter conseguido nenhuma prova para livrar sua cara... com ele vestido de fio dental, com cabelo azul, um chapéu de vó e uma barba de lenhador. Também é impossível levar as cutscenes a sério quando logo depois você pode criar uma das "combo weapons" e Chuck diz com voz cínica: "Just like mom used to make...". E como Dead Rising 2 é um jogo "sandbox", você é livre para ignorar completamente as missões da história se desejar, então por mais ridícula que ela seja, não dá pra tirar pontos do game por ela.

GRÁFICOS

Ugh. Os gráficos de Dead Rising 2 são fracos, mas na verdade, não é tão ruim assim. O game a princípio parece um título da última leva de games do Playstation 2, com suas texturas sem detalhes e modelos de personagem um pouco quadrados e armas que clipam pela parede com uma grande aplicação de iluminação e bloom por cima para parecer que é dessa geração. As sombras, por outro lado, não são apenas sem detalhes. Era melhor que tivessem deixado apenas uma bolha preta embaixo de Chuck e removido todo o resto, porquê há tempos eu não via sombras tão feias. Por outro lado, os cassinos, shoppings e o cenário meio Las Vegas são todos bem coloridos e agradáveis ao olhar.

Porém, Dead Rising 2 é um daqueles games que troca qualidade por quantidade. A primeira vez que eu saí para a Arena e vi a quantidade de zumbis que estavam na tela, fiquei tão boquiaberto quanto quando joguei Crysis pela primeira vez. Literalmente centenas de zumbis enchiam todo o lugar, até onde a distância da tela do jogo ia. Não dá nem pra ver o chão em certos lugares. A beleza de Dead Rising 2 vem daí.

 

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Zumbis. Muitos deles.

Outra coisa excessiva, claro, é a quantidade de gore. Basicamente, qualquer coisa que você faça com um zumbi faz o chão, as paredes, os zumbis ao redor e Chuck se cobrirem de sangue, e não de maneira realista, mas como se fosse um Kill Bill versão zumbi. Os zumbis não tem nenhum efeito de física aplicado sobre eles e todas suas animações de morte são pré-determinadas dependendo de onde você acertou e da arma usada, mas também, nenhum computador aguentaria fazer efeitos de dezenas de zumbis sendo estraçalhados ao mesmo tempo.

Porém, existem problemas técnicos (e que jogo de PC recente não os tem?). Existem bem poucas opções de customização gráfica, mas uma delas é a opção de Blur Effects, que liga efeitos de Motion Blurring e profundidade de campo. Porém, esses efeitos são incrivelmente mal implementados. A profundidade de campo é aplicada a todo lugar que não estiver diretamente à frente da câmera, portanto qualquer coisa na distância tem o efeito aplicado, fazendo tudo que está um pouco distante ficar borrado, inclusive aquela horda de centenas de zumbis. Dependendo do lugar onde você está, isso faz o framerate cair monstruosamente, especialmente em lugares abertos. A opção também tem alguns conflitos com a opção de anti-aliasing, causando glitches gráficos por toda a parte. Por esses motivos, eu recomendo que todos desliguem essa opção, já que o jogo se mantém a praticamente constantes 60 frames por segundo até mesmo com 8x de anti-aliasing sem esses efeitos, e o "borrar tudo" da profundidade de campo não melhora o visual em nada.

 

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Melhor uso de serras ever. Reparem no blur

SOM

O som em Dead Rising 2, assim como a engine gráfica, cumpre seu trabalho sem ser a oitava maravilha do mundo. O jogo quase nunca tem música, a não ser as musiquinhas de shopping que tocam quando você está passeando por eles, e em lutas de psicopatas onde uma trilha sonora cheia de nu-metal com coisinhas eletrônicas começa a tocar. Nada muito elaborado, o que na verdade beneficia o jogo. Efeitos sonoros por outro lado são ótimos, desde o som diferente que cada objeto faz quando você o coloca sobre a mesa das salas de manutenção, até os sons de estraçalhamento/eletrocução/decapitação de zumbis. E claro, os zumbis soam como zumbis, o que é um ponto positivo. Já a atuação de voz... bem, também soam como zumbis, porém não tão engraçados quanto em Return of the Living Dead.

Um ponto negativo a se notar é que eu tive problemas técnicos com o som também, e bom, múltiplos problemas desse tipo dão a impressão de que o jogo seria melhor ainda caso ficasse um pouco mais no forno. Tive problemas com som parando de funcionar, música pulando, a voz de Chuck sendo cortada até eu reiniciar o jogo, e um problema eterno de sons muito baixos, me obrigando a erguer minhas caixas de som a volumes altíssimos para ouvir alguma coisa, principalmente o diálogo nas cutscenes. O som baixo é pouco relevante, e os outros problemas não acontecem tanto quanto eu fiz parecer, mas acontecem, então é bom ter conhecimento.

JOGABILIDADE

Certo, aqui vem a parte onde a maioria das pessoas vai pra um de dois caminhos: ou adora Dead Rising 2 (como eu) ou o detesta e pede o dinheiro de volta (ou apaga do HD e nunca mais olha). O jogo é estruturado como um sandbox onde você pode fazer o que quiser num complexo de shoppings e cassinos infestados de zumbis. O problema é que tudo é estruturado com um limite de tempo, já que os militares chegarão em 72 horas para limpar a bagunça (veja 72 horas de jogo contando cada minuto com mais ou menos 15 segundos de tempo real). Todas as missões da história tem um certo tempo na qual elas se ativarão e um tempo para cumprir. Os sobreviventes que você pode resgatar também tem um limite de tempo, e depois disso eles viram comida de morto. É aí que muita gente tem problema com o jogo, dizendo "mas tudo tem limite de tempo" e "não faz sentido fazer o jogo ser sandbox se não deixa você fazer o que quiser".

 

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Cirurgia cerebral gratuita

Chuck também tem atributos de RPG. De fato, quase toda a progressão de personagem faz lembrar um RPG, e acredito que RPG/Ação em Terceira Pessoa seria uma tag de gênero adequada. A cada objetivo completado, você ganha PP, que é equivalente a experiência. Com PP suficiente, você sobe de nível, ganhando atributos como ataque, vida bônus, espaços de inventário, velocidade, e outras coisinhas. Você começa bem fraquinho e mal consegue desviar de um zumbi na corrida, mas até o nível 50 (que é o máximo) você vai estar correndo e arrancando braços de zumbi com as próprias mãos. Um problema com isso é que o jogo não permite que você escolha onde aumentar os atributos, randomicamente te dando pontos em alguma coisa que você não precisa necessariamente naquele momento.

Nesse contexto, você tem várias coisinhas pra fazer. Você pode fazer algumas missões de história, que são bem divertidas, mas é uma a cada 2 horas no qual a mocinha que fica observando os monitores te manda mensagens sobre sobreviventes que estão isolados em algum lugar ou sendo atacados pelos zumbis. Pelo que sei do Dead Rising original, os sobreviventes naquele jogo eram tão burros que tendiam a dar a cara na parede. Se isso for verdade, os de Dead Rising 2 são bem mais espertos e te seguem muito bem. Você também pode dar armas, tanto corpo-a-corpo como de fogo, e eles usam elas bem o suficiente para se considerar manter um pequeno exército de sobreviventes na sua cola pelo resto do jogo. Infelizmente, mais pra frente no jogo, alguns deles pedem dinheiro pra me seguir, o que não faz o menor sentido, já que eu posso muito bem deixá-los lá para terem a cara comida, mas tudo bem. Já que todo o resto do jogo é ridículo (não ruim) eu arrebento máquinas de banco para arrumar grana fácil e ter centenas de milhares de dólares sem muito esforço.

 

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YEAH, BABY!

O outro aspecto das missões de Dead Rising 2 é lutar contra psicopatas. Basicamente, esses são sobreviventes que ficaram loucos por causa da infestação de zumbis. Porém, eles me lembram aqueles chefões dos velhos Final Fight que a Capcom lançava pro Super Nintendo. À princípio, eles tem enormes barras de vida, tem ataques que causam dano proporcional às enormes barras de vida, e são extremamente difíceis. A não ser que você descubra qual é a manha para matá-los, que quase sempre envolve fazer a combinação das Knife Gloves para atacá-lo mais rápido do que ele pode defender. Pra dizer a verdade, por mais que eu tenha me divertido depois que descobri as fraquezas dos psicopatas, eles foram frustrantes quando comecei a jogar e ainda não manjava das mecânicas. Eles sempre serem fracos contra as Knife Gloves também não ajuda muito o caso deles, mas felizmente, não são obrigatórios nas primeiras partidas.

O que nos leva ao grande erro sobre as pessoas que criticam os limites de tempo de Dead Rising 2. Na verdade, o jogo te dá extrema liberdade. Não se importa com a menininha fofinha? Deixe ela virar zumbi. Não quer provar que Chuck não é culpado dos crimes? Largue pra lá. Não quer salvar aquele sobrevivente chato? Deixe que ele vire sanduíche de cérebro. Nada é obrigatório em Dead Rising 2, e o jogo não te penaliza por nada. Cada uma das escolhas que você faz vai te dar um final diferente dentre os 6 finais possíveis, e você pode começar o jogo desde o começo mantendo seu nível e estatísticas. Você pode fazer isso em qualquer momento do jogo, na verdade. Então você pode jogar e jogar e jogar até ter nível máximo, depois fazer as missões. Ou nunca fazer as missões, e só ficar matando zumbi. E, pensando bem, é realista que em GTA IV as missões fiquem lá indeterminadamente por dias, ainda mais levando em consideração que um personagem normalmente fica te esperando? Acho que não, e GTA IV nem tem zumbis.

 

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É como Rambo, mas com zumbis

E então entramos na parte mais divertida e que garante minha nota alta para Dead Rising 2: matar zumbis com armas bizarras e rir feito um lunático. Uma pequena pesquisa no Google me diz que a graça do Dead Rising original era matar zumbis com qualquer coisa do cenário, seja ela uma arma ou não. Bom, isso ainda está aqui em Dead Rising 2, mas não é tão gratificante quanto o novo sistema que está aqui. Você pode criar as chamadas "combo weapons" em salas de manutenção, onde nosso herói pode combinar dois itens com fita adesiva e transformá-los em armas de destruição em massa. Isso leva às armas mais loucas que já vi em jogos. Essas combinações vão desde um taco de baseball + pregos até combinar uma lanterna com diamantes para fazer um sabre de luz. E o que é melhor: essas combinações desmembram zumbis como uma faca quente atravessa manteiga. Se você quiser, pode passar horas testando combinações de armas para rachar de rir com os resultados sangrentos e satisfazer seu psicopata interior.

Porém, você não pode simplesmente testar combinações randômicas. As únicas que irão funcionar são aquelas que a Blue Castle Games pensou por você. Ou seja, coisas ilógicas acontecem, como você poder combinar uma luva de boxe com óleo de motor para fazer luvas de boxe em chamas, mas não pode fazer o mesmo com gasolina, ou você poder combinar um cabo de vassoura com uma machete, mas não pode combinar o mesmo cabo de vassoura com uma faca de cozinha ou um cutelo de açougue. O jogo também te dá uma variedade de movimentos para usar sem armas, mas eu não vejo o porquê disso, já que eu não iria preferir matar os zumbis na mão a jogar uma bola de bingo eletrificada neles.

Mas ok, acho que já passei tempo demais reclamando. Vou ali amarrar duas motosserras na moto e sair pilotando e picotando zumbis para me divertir.

 

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Zombiecross?

FATOR REPLAY

Esse aqui possui fator replay de sobra. Você não só pode começar o jogo do início mantendo seu nível e atributos, como pode jogar da maneira que quiser e testar todas as combinações de armas possíveis. Não contente com isso, a Blue Castle Games também encheu Fortune City de mini-joguinhos que eu só fui acabar descobrindo depois de jogar tudo duas vezes, e itens estão escondidos por todo cantinho. O game também tem 6 finais diferentes, o que estimula o jogador a completar o game pelo menos 6 vezes. E amarrar duas motosserras a um remo de caiaque e sair pedalando pedaços de zumbis pela cidade toda nunca fica chato pra mim.

 

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Jogos deviam ter mais disso...

PRÓS E CONTRAS

- História? Pra quê?

- Personagens caricatos, principalmente as mulheres

+ Tudo tende a ficar engraçado com Chuck vestido apenas com um fio dental

- Gráficos cumprem a função, mas não são nada espetaculares

+ Literalmente CENTENAS de zumbis na tela ao mesmo tempo

+ BRAAAAAAAAINS e GOOOOOOOORE

- Profundidade de campo mata framerate e é feia

- Música praticamente não existente (ou nu-metal do ruim)

+ Enfiar um machado de incêndio num zumbi soa apropriadamente nojento

- Limite de tempo para completar missões

+ Liberdade de escolha para fazer qualquer coisa (isso sim é um verdadeiro sandbox)

+ Elementos de RPG bem aplicados

+/- Psicopatas podem ser frustrantes ou divertidos, depende do bom humor do jogador

+ Sobreviventes não são burros

+++ Matar centenas de zumbis usando um arco com flechas de DINAMITE

+ Fator replay alto

CONCLUSÃO

George Romero pode não estar lá muito orgulhoso de saber que as criaturas que pôs na tela há mais de 40 anos para demonstrar a barbárie do ser humano agora são vendidas em jogos com o intuito de trazer à tona esse mesmo barbarismo, mas... quer saber? Jogos são feitos para serem divertidos. Agora me dá esse rastelo elétrico pra eu matar mais zumbis!

NOTA: 8

4 Comentaram...

Gustavo disse...

Dead Rising 2, assim como o primeiro, tem um pequeno defeito que estraga TODO o jogo: O maldito cronômetro entre as missões. A quantidade de coisas que vc deixa de fazer (e de curtir) por conta do tempo é absurda fazendo o jogo ficar frio e corrido.

Tirateima82 disse...

Já que vc jogou muito e deu nota 8, eu tambem acabei de comprar e gostei seguindo a sua linha de raciocínio. Mas eu tenho um problema que talvez possa ajudar. Eu simplesmente não consigo salvar o jogo, chego no banheiro e ele diz que não pode que não sei o que. Eu fui em sites, blogs de games e só um disse que tinha haver com o gameLive, que tinha que desligar alguma coisa assim. Mas nada. Me da uma dica ai se conseguiu.

José Renato disse...

@Tirateima82

Olha, eu não sei exatamente o que acontece, porquê na verdade eu não comprei o jogo. Mas se eu não me engano, você precisa ter uma conta no Games for Windows Live e o jogo só permite que você salve caso você tenha essa conta, mesmo que seja uma conta offline. Pelo menos com Resident Evil 5 e o Batman: Arkham Asylum, que utilizam o mesmo serviço, é isso que precisei fazer.

Anônimo disse...

Estou com um grande problema, não aparece o texto das missões, do menu e mapa. alguem ae pode me ajudar. Eu jogo consigo resolver as missões mais fica meio sem nexo. grato

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