quinta-feira, 27 de maio de 2010

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A Busca pela Informação

Por Sayron Schmidt, do World RPG Fest

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Muitos jovens nunca pisaram em uma biblioteca e, muitos leitores do NSN sabem disso. Não conhecem o apego ao livro, o cheiro de suas páginas, sejam novas ou velhas, aquela sensação de que aquilo faz parte da sua vida e lembrar das histórias toda vez que o vê na prateleira, além de cada releitura novas coisas são encontradas. Não há como ter coragem e se desfazer dele. E por mais que se popularize os e-books e que existam os tão “temidos” downloads, não existe a possibilidade de se substituir o papel impresso, que ao abri-lo nos transporta para fora da nossa realidade.

Mas existem algumas categorias de livros que tendem a desaparecer. Os livros que tenham como conteúdo assuntos gerais, aqueles que utilizávamos em nosso tempo de escola, antes da popularização da internet. Enciclopédias, almanaques, etc., todos já foram alvos de nossos olhares curiosos querendo as informações.

A busca por respostas sempre nos levou a pesquisa, seja perguntando a alguém, seja em boas bibliotecas, assim como no Senhor Supremo Onipresente dos Internautas Google (acredito que exista muita dependência dos serviços deles atualmente, mas isso é assunto para outro artigo). E essas ferramentas sempre nos trazem várias respostas, não significando que todas sejam corretas e verdadeiras.

Observo minha irmã, hoje com 13 anos, fazendo um de seus trabalhos escolares. A simplicidade como tudo é feito me assusta e ao mesmo tempo me fascina. Tudo começa com a iniciação do navegador, digita www.google.com.br + Enter, no campo “busca” digita o assunto que será pesquisado e pronto, diversos endereços eletrônicos que contém ao menos algo sobre o assunto pesquisado surgem no monitor. Uma hora de pesquisa, mais uma hora de leitura (ao contrário do que muitos outros fazem) e mais ou menos meia hora de formatação e temos um trabalho (não julgando a qualidade do conteúdo) pronto para sem entregue… e nem foi preciso sair de casa para isso!

A velocidade com que as pessoas chegam até a informação é absurdamente alta, pois quando eu tinha de fazer trabalhos (e olhe que tenho apenas 22 anos!) levava algumas semanas, pois necessitava de diversas leituras complexas e longas para se conseguir 10 páginas de material, pois era difícil encontrar algo que não abordasse toda uma temática, não apenas informações mastigadas que encontramos hoje na internet. Além de que tudo isso seria escrito a mão, o que aumentava ainda mais a dificuldade de se fazer um trabalho escolar. Fora toda a logística necessária (ir a bibliotecas, carregar livros, tirar fotocópias, voltar para casa, etc.).

Isso não é uma critica a internet.

Mas há de concordarem comigo de que isto esta criando uma legião de preguiçosos. Essas crianças e adolescentes são a geração Ctrl+C, Ctrl+V, o que é uma vergonha gigantesca. O que dirá então daqueles que tem a coragem de fazer isso em plena faculdade?

Pior que os alunos são alguns professores coniventes com essa prática. Eles aceitam esse tipo de conduta e no fim isso acaba tornando-se um incentivo aos alunos. Não há educação e nem punição visando à mudança de atitude. Então, porque os alunos teriam de se preocupar, não é mesmo? O problema é que eles não entendem o verdadeiro motivo de uma boa pesquisa e de uma boa leitura. Conhecimento. Nada e nem ninguém lhe proporcionará maior conhecimento do que você mesmo e sua sede por aprendizado.

Dois exemplos exemplificam muito bem a incapacidade de alguns professores.

No Ensino Médio tive uma professora de História que tinha processos avaliativos, no mínimo, peculiares, pois nunca entendemos quais os critérios utilizados na aplicação das notas. Resolvemos fazer um teste, escolhemos um de nossos trabalhos e inserimos uma receita de bolo de laranja no trabalho. Sim! Isso mesmo que vocês leram, uma receita de bolo de laranja! O resultado foi que o trabalho com a receita teve uma das melhores notas da turma. Levamos isso à coordenação e nada foi feito. Acho que eles devem ter gostado da receita e por conta disso a nota dele foi boa, só pode!

O segundo exemplo é muito mais recente, já na faculdade. Minha professora passou um trabalho valendo 50% da nota bimestral na matéria dela. No dia da entrega, tiveram três alunos que não efetuaram a entrega dos mesmos. E adivinhem? A professora não se deu nem ao trabalho de ler os nomes dos que fizeram o trabalho, todos obtiveram a nota máxima, mesmo quem nem havia entregue.

De quem é a culpa dessa incapacidade?

Existem diversas possibilidades de respostas e de teorias viáveis, mas acredito que todas possam ser corretas ou, pelo menos, ter algo de verdadeiro, porque em um país como o Brasil, esta cada dia mais difícil encontrar respostas no meio de tantos problemas que surgem a cada instante.

Alunos preguiçosos + Professores incapacitados + Informação instantânea = Problemas educacionais gravíssimos.

Mas, voltando um pouco ao inicio do texto. As pessoas sentem vontade de ler, mas ficam cansadas, não conseguem se concentrar e, então, desistem de ler. Nunca receberam nenhum incentivo a leitura. A única forma de leitura que muitos conhecem é aquela obrigatória nos tempos de escola e, tenho de enfatizar isso, não é nada agradável, em especial, aos olhos de crianças e adolescentes. Sei que esse assunto já foi amplamente discutido e comentado por aqui, mas não há como fazer um paralelo entre educação, livros e internet sem falar sobre a literatura brasileira.

Nossa literatura vem de uma safra não muito boa de escritores. Vivemos em um país que Paulo Coelho vende milhões de livros no mundo com toda a sua superficialidade. Mas não é o assunto da qualidade que quero abordar. Os livros atuais tentam reproduzir aquilo que foi escrito na época de Machado de Assis, José de Alencar, etc., e isso é impossível! Hoje necessitamos de histórias mais envolventes e interessantes, não que isso não exista naquela época, mas estamos em uma nova geração, e essa cresceu com Harry Potters e afins. A geração atual precisa de fantasia, precisa desligar-se do mundo e histórias como Capitães da Areia, de Jorge Amado, ou Memórias de Um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, não conseguem fazer isso, pois são personagens reais e palpáveis. Você visualiza-os facilmente no mundo em que vivemos e, até mesmo nos dias de hoje, existe a possibilidade de trazê-los sem perder a base da história. E isso não é agradável para os jovens.

Mas o maior problema, acredito nisso com todas as minhas forças, ainda é a falta de estímulo a leitura. Porque aqui alguém realmente acredita que um adolescente iria se sentir feliz por ser obrigado a ler a saga do Senhor dos Anéis e ter de fazer uma prova sobre o assunto? Creio que não.

Em especial, as escolas não possuem um planejamento de incentivo a leitura e, porque não, a pesquisa. E considerando a personalidade instável e rebelde de crianças e adolescentes, não é interessante obrigá-los a fazerem algo, pois os resultados serão desastrosos. Resumos e resenhas são facilmente encontradas por aí. Trabalhos prontos também.

“Mas o que devemos fazer então? Quais os caminhos que podemos seguir?”

Creio que independente de incentivo escolar, do governo e de qualquer agente externo, todos nós podemos fazer a nossa parte. A família desempenha um papel muito importante na educação das crianças e ai é que entra a possibilidade de incentivo a leitura. Ambienta-los desde cedo com materiais adequados para cada idade é um excelente inicio, ler histórias para eles atuará diretamente na imaginação e criatividade da criança e ambos são ótimos estímulos, aumentando a curiosidade futura delas, que irão desejar ainda mais novidades.

Mas, à partir de certa idade, principalmente após as crianças aprenderem a ler, se faz necessário uma nova tática. Livros curtos e com muitas imagens e quadrinhos infantis, apesar das poucas opções existentes hoje no Brasil, serão ideais para a continuidade do trabalho. Mesmo que ela não tenha tido a fase explicada no parágrafo anterior, sempre é possível começar a trabalhar a leitura delas.

No inicio da adolescência já faz necessário aumentar o nível das leituras. Livros maiores, textos complexos e poucas gravuras são boas opções (li vários livros da série Vagalume, hoje não sei como anda essa coleção e nem se existe uma similar, mas é bastante recomendado!), além de livros mais “adultos” como Crepúsculo (ECA! Mas foi o que fez com que minha irmã inicia-se na leitura.), Harry Potter, Percy Jackson e Crônicas de Nárnia.

Seguindo essa linha, poderão ter resultados interessantes e assim ir, gradativamente, acabando com o fardo da leitura obrigatória e, consequentemente, se tornarão adultos leitores assíduos, sendo mais críticos e de opinião própria.

Por isso digo a vocês: LEIAM E INCENTIVEM A LEITURA!

33 Comentaram...

Paulo Roberto [Em Paralello] disse...

Como dito no texto, para que a leitura se torne algo habitual se faz necessário o incentivo do binômio instituição de ensino x instituição familiar.

Professores, pais e mães tem uma responsabilidade fundamental na formação do "ser" e como tal precisam ser sábios para incentivar a contento a leitura que é algo de suma importância por toda uma vida.

Enfim, belíssimo texto, parabéns!

Chico Fagundes disse...

Parabéns pelo post. Me fez lembrar do tempo de colégio e de faculdade quando se tinha que copiar na mão aquilo que se pesquisava nos livros da biblioteca.
Eu acho que o tipo de ensino e de avaliação devem evoluir juntamente com a oferta de informação da Internet. Acho que apesar e por causa da Internet, os jovens estão lendo mais, mesmo que sejam porcarias encontradas no Google ou em redes sociais. O que acontece é que não há uma seleção e sua qualidade fica comprometida.
Por outro lado, Harry Potter e Crepúsculo incentivam a leitura.

Felipe F. disse...

Parabéns pelo texto, conheci a pouco tempo esse site e tenho gostado bastante do que é comentado aqui.

Sobre o texto, queria adicionar algo relacionado ao problema de "preguiça" na leitura. Eu tenho quase a idade do Sayron, e posso afirmar uma coisa. Sempre houve um pensamento de "ah... não gosto de ler", nos adolescentes. Mesmo sem que este saiba por que pensa assim (até por que não sabe porque pensa muita coisa).

Seria interessante uma abordagem simples, mostrando que ler um livro as vezes é melhor que ver um filme cheio de efeitos especiais.

O que pesa é que isso já "vem" da cultura brasileira, de fazer as coisas pelo jeito mais fácil, até mesmo no suposto aprendizado. E aprender sem qualquer tipo de leitura, é deveras dificil.

Dolphin disse...

Sayron, me surpreende você escrever um texto que começa falando sobre o valor do processo de pesquisa, escrever algumas coisas que realmente te contradizem. Vamos lá.

"Mas há de concordarem comigo de que isto esta criando uma legião de preguiçosos. Essas crianças e adolescentes são a geração Ctrl+C, Ctrl+V, o que é uma vergonha gigantesca."


Baseado em que pesquisa efetiva você chegou a essa conclusão? Porque você está AFIRMANDO que toda uma geração é formada por uma "legião de preguiçosos". Ou você está se valendo apenas da observação a sua irmã?

"Pior que os alunos são alguns professores coniventes com essa prática. Eles aceitam esse tipo de conduta e no fim isso acaba tornando-se um incentivo aos alunos. Não há educação e nem punição visando à mudança de atitude."

Novamente eu te pergunto que critérios de pesquisa foram usados para essa afirmativa. Ou é apenas a sua observação pessoal julgadas pelos dois exemplos que você vivenciou?

"De quem é a culpa dessa incapacidade?

Existem diversas possibilidades de respostas e de teorias viáveis, mas acredito que todas possam ser corretas ou, pelo menos, ter algo de verdadeiro, porque em um país como o Brasil, esta cada dia mais difícil encontrar respostas no meio de tantos problemas que surgem a cada instante.

Alunos preguiçosos + Professores incapacitados + Informação instantânea = Problemas educacionais gravíssimos."

Novamente gostaria de obter dados de pesquisa, dados completos que contenham também as informações sobre a rede de ensino particular.

"Nossa literatura vem de uma safra não muito boa de escritores. Vivemos em um país que Paulo Coelho vende milhões de livros no mundo com toda a sua superficialidade. Mas não é o assunto da qualidade que quero abordar. "

Como assim, primeiro você faz uma afirmação grave e depois diz que não é disso que quer falar? Quais são os autores da nova safra que você conhece além do Paulo Coelho? E mais, marketing pesado agora virou referência para se dizer o que é literatura de qualidade? Penso que deveria se inteirar mais sobre lobby editorial antes de sair afirmando coisas assim.

"Os livros atuais tentam reproduzir aquilo que foi escrito na época de Machado de Assis, José de Alencar, etc., e isso é impossível!"

Realmente estou curiosa para saber quais são os tais "livros atuais" que você certamente leu para afirmar categoricamente a frase acima.

Dolphin disse...

"Em especial, as escolas não possuem um planejamento de incentivo a leitura e, porque não, a pesquisa."

Novamente você faz uma afirmação baseada em quais critérios? "Escolas" é algo bem abrangente, há tanto na rede privada quanto na pública, diretorias que não seguem antigas metodologias de ensino. Isso foi pesquisado para se chegar a essa afirmação?

" Livros curtos e com muitas imagens e quadrinhos infantis, apesar das poucas opções existentes hoje no Brasil"

Esa afirmação foi de longe a que mais me surpreendeu, pois não sabia mesmo que você meu querido amigo, estava tão a par do mercado editorial. Poderia por favor compartilhar conosco mais uma vez as suas fontes de pesquisa?

"Seguindo essa linha, poderão ter resultados interessantes e assim ir, gradativamente, acabando com o fardo da leitura obrigatória e, consequentemente, se tornarão adultos leitores assíduos, sendo mais críticos e de opinião própria."

Eureka! Você encontrou a solução que todos os pedagogos e afins vinham buscando a tanto tempo!

O que está acontecendo por aqui que de repente um tsunami de achismos tornaram-se a onda do momento?

Desculpe Say, mas dessa vez não deu para me calar usando uma frase de Voltaire.

Seu texto é um amontoado de qualquer coisa que você ACHA ser o certo. A mim parece que você sofreu da tal preguiça que escreveu. Não cita uma única fonte, nem mesmo se quer as palavras de algum especialista sério da área de educação que possa corroborar o que disse.

E outra, jogar no meio do texto a frase "porque em um país como o Brasil, esta cada dia mais difícil encontrar respostas no meio de tantos problemas que surgem a cada instante", chega a ser risível. Você deliberadamente utiliza de um recurso pobre tão comum principalmente na mídia - a culpa é sempre do país, leia-se: o governo.

Quer abrir o debate sobre a questão da educação no país? Faça, mas faça com maturidade e bom senso e não com a repetição de velhas frases de efeito, por que ai é polemizar no melhor estilo Ratinho e Datena, superficial, raso como um pires.

E fica a dica, da próxima vez que escrever algum assunto de conteúdo social, nos faça a gentileza de trazer as fontes de pesquisa, ou então inicie seu texto deixando bem claro ao leitor que é a sua visão pessoal.

Chaves Papel disse...

Bem legal o post!

Eu vivi as duas épocas.

Já fiz pesquisas em livros (que travalhão!)e no google.

Mas em ambos eu estudava de verdade, não era só Copia/Cola como muitos fazem.

Já cheguei a ver trabalhos de amigos que foram impressos diretamente da página, o endereço (http://-------)ficava lá em cima da folha impressa, era só o professor entrar no site e ver que o aluno só mandou imprimir. hahaha

Eu também já tive uma professora parecida com a sua de história.

Uma vez nós (alunos da minha sala) até conseguimos tirar uma da escola, de tanto reclamarmos com a diretoria.

Quanto a leitura,

Eu acho muito importante a família incentivar a leitura!

Eu ia comprar o livro do Crepúsculo (Credo!!!!) para incentivar a minha da minha irmã, mas graças a Deus eu achei "As Crônicas de Nárnia" por um preço barato e dei pra ela. Mais pra frente eu deixo ela ler os meus livros do Harry Potter! :PP

E mais pra frente ainda eu mostro uma coisa mais pesada pra ela, o blog Nerds Somos Nozes! hahaha

Paulo Roberto [Em Paralello] disse...

Creio que os textos escritos aqui são realmente baseados em questões (opiniões) pessoais, creio que seja esse o motivo da existência de um blog.

Se todos os textos que forem escritos aqui, para serem tidos como verídicos ou até mesmo aceito por todos, deverão necessariamente vir com critérios (dados) de pesquisa pelos autores um post levaria meses e até anos para serem escritos.

É claro que determinados textos devem vir com citações que comprovem seu ponto de vista, contudo neste caso o nosso caro Ssyron a meu ver foi extremamente claro em seu texto sendo de forma alguma leviano no que tange as mesmas.

No texto em tese é notório que as afirmações feitas pelo autor tem como basilar suas experiências pessoais, que a meu ver foram elencadas de forma inteligente e absolutamente clara.

Por fim, se estamos procurando textos científicos na área social de maior magnetude, com dados referentes a meses ou anos de pesquisa traçados por profissionais do ramo, deveríamos visitar sites específicos para o mesmo e não um blog onde os autores apenas expressam sua opinião sobre determinado assunto (repito).

Dolphin disse...

Paulo Roberto, qual foi a parte do "escrever algum assunto de conteúdo social" não entendeu?

"Se todos os textos que forem escritos aqui, para serem tidos como verídicos ou até mesmo aceito por todos, deverão necessariamente vir com critérios (dados) de pesquisa pelos autores um post levaria meses e até anos para serem escritos."

Isso me parece preguiça em todos os níveis. Fora uma grande necessidade de aparecer, pelo visto o NSN se tornou um blog modinha.

Uma das melhores caracteristicas do NSN sempre foi a liberdade de tempo que o FiliPêra dá para que bons textos sejam escritos, provas tem aos montes, a coluna Alma Mater é uma delas. Ou será que o fato da minha dedicação em escrever sobre História com a preocupação de levar conteúdo não seja relevante para os leitores do blog?

O Sayron foi claro apenas no que tange a opinião dele, mas dai a fazer afirmativas descabidas como as que citei é um passo enorme.

Inclusive senhor doutô em Direito, por muito menos o FiliPêra está com um processo ridículo nas costas por um post opinativo. O texto do Sayron que por sinal é estudante de Direito é um prato cheio para no mínimo um processo.

Eu como professora poderia processar o blog por afirmar que "Alunos preguiçosos + Professores incapacitados + Informação instantânea = Problemas educacionais gravíssimos."

Logo se vê que nem as questões mais fundamentais no que diz respeito a blogosfera é de interesse por aqui, achar que um blog nos dias de hoje tem apenas a função de entretenimento é de uma falta de visão absurda. Pelo visto terei que fazer um post para falar do Marco Civil da Internet e do Movimento Mega Não que denunciou a AI5 Digital do senador Azeredo.

Como eu disse na polêmica do seu post, a qualidade está caindo por aqui e agora entendo exatamente o porquê.

O NSN é visto apenas como um mero canal de entretenimento supérfulo o que é lamentável, pois demonstra um enorme desprezo pelo trabalho suado que nos propomos realizar.

Paulo Roberto [Em Paralello] disse...

Respondendo as suas indagações,

“Inclusive senhor doutô em Direito, por muito menos o FiliPêra está com um processo ridículo nas costas por um post opinativo.”

No tocante ao “processo” no qual você se referiu creio que houve um simples equívoco. O processo até onde o FiliPêra me informou nem foi constituído, ou seja, ainda se encontra na fase de inquérito, isso se foi instaurado um, já que o mesmo foi chamado apenas para prestar esclarecimentos (grifo). Mesmo que tenha sido instaurado um processo contra o mesmo o autor não irá lograr êxito, pois nosso caro amigo não praticou em nenhuma hipótese o crime pelo qual lhe foi imputado.

“Eu como professora poderia processar o blog por afirmar que "Alunos preguiçosos + Professores incapacitados + Informação instantânea = Problemas educacionais gravíssimos."

Ingressar com uma demanda todos podem, já lograr êxito em seu pleito já é uma coisa muito diferente. No parágrafo citado em momento algum caberia uma ação judicial, pois não houve direcionamento pessoal no tocante ao mesmo muito menos os crimes tipificado no código penal referente a pessoa ou a sua honra mesmo que subjetiva. Se todas as vezes que criticássemos uma categoria profissional teríamos uma enxurrada de processos no judiciário.

“Como eu disse na polêmica do seu post, a qualidade está caindo por aqui e agora entendo exatamente o porquê.”

No que concerne a qualidade do blog que você mesma vem questionando nosso caro FiliPêra já se pronunciou sobre o referido assunto, mas a pergunta que faço é: Se a qualidade caiu tanto por que você ainda o acessa? Realmente é algo que gostaria de saber.

Por fim, realmente acho o NSN um canal de entretenimento, excelente por sinal, contudo nunca achei que o mesmo fosse supérfluo pelo contrário, é um blog que respeito por ser opinativo, inteligente e de extrema relevância para todos mim e creio que para muitos que o acessam.

Paulo Roberto [Em Paralello] disse...

Correção...

*... para mim e para muitos que o acessam..."

Chico Fagundes disse...

Dolphin, sem querer ser chato, mas se todo mundo levar ao pé da letra o que você propõe,isso aqui vai ficar um saco e ninguém vai conseguir ler, muito menos escrever!

Por mais que você cite as fontes de pesquisa, por mais que você cite livros e teorias, seja ele de Marx, Kant, Weber ou Nietzsche, não necessariamente serão verdadeiras ou algo do tipo.O que adianta citar fonte se ninguém vai atrás saber se é verdade? Vai querer começar a aplicar as normas da ABNT também? Vai transformar o blog em algo acadêmico?

O blog(pelo menos eu acho), nunca se propôs a ser o dono da verdade,apenas um canal de informação e opinião. Se não fosse por isso, como o Felipêra já falou, apenas ele escreveria os textos, não abriria para pessoas de fora, muito menos para comentários.

É óbvio que os posts daqui são sempre de opinião pessoal dos seus escritores. Pra que colocar o aviso de "os comentários expostos pelos colaboradores não refletem necessariamente as opiniões do dono do Blog".?

Acho que você tá chateada com alguma coisa. E digo mais...os melhores posts daqui são de gente de "fora" do NSN.

Chico Fagundes disse...

Mais uma coisinha. Você citou a coluna Alma Mater, escrita por você mesma. 06 posts em quase 01 ano, meio que foge da proposta do Blog, de ser diário e de trazer novidades. Sou formado em História, mas entro no site querendo assuntos bem "nerds" como videogames, filmes e gadgets.
Adoro mulher, não sou machista mas alguns dos seus posts são extremamente feministas.

Por mais que tenha fontes, por mais que você tenha pesquisado, sinceramente não é voltado para a maioria das pessoas que acessam esse Blog.

E só pra finalizar(pelo menos esse meu comentário), concordo completamente com o Paulo Roberto.

Jordan disse...

"Nossa literatura vem de uma safra não muito boa de escritores. Vivemos em um país que Paulo Coelho vende milhões de livros no mundo com toda a sua superficialidade."

"Os livros atuais tentam reproduzir aquilo que foi escrito na época de Machado de Assis, José de Alencar, etc., e isso é impossível!"

Falar que estamos vindo de uma safra não muito boa de escritores é ter olhos apenas para as estantes das livrarias apinhadas de autores estrangeiros com livros rasos e de imediata vendagem. Vejo de maneira ainda pior seu comentário sobre a tentativa frustrada de nossos atuais escritores de reproduzir Machado e Alencar. Simplesmente ponha o olhar em gente como Dalton Trevisan e Marcelino Freire encabeçando um movimento como o Minimalismo cuja escrita flui na corrente contraria do prolixo Alencar.

FiliPêra disse...

@Dolphin...

Eu te admiro muito, acho que você soma bastante ao NSN, e realmente não ligo de ser criticado em público (apesar de isso ser considerado extremamente anti-ético em quase qualquer outra organização de comunicação), creio que é assim que se cresce também, ouvindo críticas. Mas, dessa vez, creio que você realmente se equivocou. E feio!

Existe uma coisa chamada "Opinião formada mediante constação". E isso não é científico ou acadêmico. Conhece Nicholas Carr, considerado um dos maiores pensadores do jornalismo moderno? Ele basicamente só opina, e somente isso. Ele observa, às vezes ele próprio, olha alguns dados, e lança uma teoria opinativa. Uma das últimas dele (escrita em agosto de 2008) foi dizer que o Google emburrece as pessoas (olha, o Google pode processa-lo, por que será que não o fez até o presente momento?), juntamente com a estrutura de hyperlinks da internet... algo na linha do que o Sayron escreveu, logicamente, com muito mais aprofundamento. MAS, mesmo assim, sem dados científicos, pois eles não existem em canto algum, não existem estudos que comprovem isso, apenas sugestões neurológicas preliminares... e a observação dele. E sabe onde ele publicou o texto (http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2008/07/is-google-making-us-stupid/6868/)? Não foi no blog dele, ou similar, e sim numa das maiores revistas dos EUA: a The Atlantic Monthly.

Algumas palavras dele: "Não há nenhuma prova de que o uso de computadores na escola primária melhora a qualidade da educação, assim como não há nenhum fundamento na ideia tantas vezes divulgada de que o projeto denominado Um Laptop por Criança (OLPC, na
sigla em inglês) possa fazer uma revolução no ensino. É puro modismo." Ele chega a usar a palavra "acho" um monte de vezes em outros trechos, o que provavelmente seria considerado crime pra você. (continua...)

FiliPêra disse...

(continuação...) Sabe o que acontece com os que o leram? Eles não descartaram o artigo cientificamente furado dele, mas OPINARAM sobre o assunto também, inclusive executivos do Google, que deveriam ser os mais enfurecidos com a declaração.


Isso não é pra dizer que tudo que o Sayron disse é verdade, mas simplesmente pra mostrar que a opinião dele merece ser ouvida, mesmo que não existam dados científicos sobre o assunto. E, como ele fez a constatação (e alunos preguiçosos é fácil constatar, Eu sou estudante tive uma experiênca MUITO negativa com isso, recentemente), por que você não experimenta contra-argumentar, ao invés de se por a exigir dados científicos de cada palavra dele (dados que nem sabemos se existem)? E, pra mim (e pra todos os que comentaram também), está bastante explícito que se trata de uma visão pessoal, como mostro nos trechos abaixo:

"Existem diversas possibilidades de respostas e de teorias viáveis, mas acredito (ACREDITO) que todas possam ser corretas ou, pelo menos, ter algo de verdadeiro, porque em um país como o Brasil, esta cada dia mais difícil encontrar respostas no meio de tantos problemas que surgem a cada instante."

"Mas há de concordarem comigo (CONCORDAREM COMIGO) de que isto esta criando uma legião de preguiçosos. Essas crianças e adolescentes são a geração Ctrl+C, Ctrl+V, o que é uma vergonha gigantesca. O que dirá então daqueles que tem a coragem de fazer isso em plena faculdade?"

"Pior que os alunos são alguns professores coniventes com essa prática." (OPA, ALGUNS, o que exclui qualquer possibilidade de processo).

"Dois exemplos exemplificam muito bem a incapacidade de alguns (ALGUNS, novamente) professores."

Pegar um trecho fora do contexto não é uma das coisas mais éticas a se fazer, principalmente por ele ter deixado claro anteriormente que não PENSA (ou ACHA, se preferir) isso de TODOS os professores (e creio que foi a inclusão de professores na jogada que te causou essa reação, mas Eu só ACHO, não tenho dados científicos disso).


E, pra criticar, deveria antes aceitar críticas, o que não é o seu caso, que parece acreditar (ao menos é o que me pareceu nos seus comentários acima) que a verdade gira ao seu redor, sem entender que Verdade única e indivísivel não existe.

Mas, como sempre, valorizo opiniões (inclusive as contrárias às minhas, como algumas do Chico Fagundes e do Leandro sobre Compartilhamento, e do Velho da Montanha sobre uma cacetada de coisas. Fora as suas, sobre feminismo. Sempre me ponho a ouvi-las, aprender com elas e acho que deveria fazer o mesmo, antes de surgir com a pretensão de descartar um artigo pela falta de uns tais "dados de pesquisa, dados completos", que, repito, você nem sabe se existe), é só não aparecer ninguém tentando impor algo que crê ser a verdade pra cima de mim...

Uma última: Eu não travo (e não recomendo ninguém a travar) minha opinião sobre um assunto se não existem dados científicos sobre eles, até porque estudos não são verdades absolutas, que o digam as pessas de gerações passadas, que achavam que homossexualidade é uma doença...



Ah, sabe o texto do Carr, sem provas científicas? Ele acabou por fazer com que as Universidades de Nova York e a da Califórnia iniciem um estudo de 20 anos sobre o assunto "A internet e nosso cérebro". Tudo por causa de um artigo "sem fundamento", e puramente opinativo! Sim, opinião impulsionando a ciência!

Izabella disse...

Eu concordo com a linha de pensamento do Flipêra. Acho que devemos ler os textos expostos aqui considerando que se trata da OPINIÃO das pessoas que escrevem sobre aquele determinado assunto.

Ora, se a liberdade de expressão nos é garantida, o que tem de ruim a pessoa escrever um texto opinando sobre determinado assunto? Desde que não haja ofensas a ninguém, seja na questão de raça, sexo, etc, não vejo o problema nisso.

Eu gosto muito do NSN, e creio que é um dos blogs com conteúdos que abrangem várias pessoas, não somente os nerds.

Leio a maioria dos textos publicados aqui, e apesar de nem sempre concordar com o que leio, não saio detonando o texto só porque não concordei com o ponto de vista do autor.

E viva a diferença de opiniões! :)

Jordan disse...

Não temos uma geração ruim de escritores, temos, talvez, uma geração pouco divulgada.

"A geração atual precisa de fantasia, precisa desligar-se do mundo e histórias como Capitães da Areia, de Jorge Amado, ou Memórias de Um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, não conseguem fazer isso, pois são personagens reais e palpáveis. Você visualiza-os facilmente no mundo em que vivemos e, até mesmo nos dias de hoje, existe a possibilidade de trazê-los sem perder a base da história. E isso não é agradável para os jovens."

Você esta sugerindo uma geração de jovens alienados, distantes da realidade do ser humano?????
Veja bem, se você pegar um livro como Capitães da Area, Memorias de um Sargento de Milicias, Memorias Postumas de Bras Cubas, Dom Casmurro,Os Bruzundangas, etc. E coloca-los para um aluno de ensino fundamental, digamos um garoto entre 6ª e 8ª série, ou seja entre 12 e 15 anos, provavelmente eles não irão compreender completamenteo sentido da obra, e em casos como os livros de Machado, Alencar, Gregório de Matos... sofrerão ainda mais com o Português um pouco arcaico, ou nem tanto, ja que hoje temos adaptações mais amenas, mas o fato é que se o individuo em formação não conseguir compreender o livro e alem do mais se deparar com algo de dificil intendimento aquilo pode resultar em uma frustração. Por isso nossos escritores são ruins ou ultrapassados??? NÃO, 1000 X NÃO! O "problema" de tais obras, que até hoje se mantem verdadeiras nos sentimentos que discutem, não é ser antiga e sim não ser escrita para essa faixa de idade.
Aqui entramos em outro ponto. Ao meu ver, essa idade necessita de livros mais imaginativos, Harry Potter e Crepusculo são exemplos de obras mais imaginativas, que fomentam o sentimento da leitura, mas mais do que tudo: é mais facil compreender um triangulo amoroso entre uma humana, um vampiro e um lobisomem do que um difunto narrando sua vida burguesa, completamente inerte e sem graça na terra.
Seria Stephenie Meyer melhor escritora que Machado de Assis???, ou ainda, falando de contemporaneos, Dalton Trevisan, Marcelino Freire, Natercia Campos, Natercia Campos???

Concordo que pra essa idade talvez seja melhor livros mais imaginativos, porem, é apenas um processo até que a eles sejam apresentados livros mais adultos, creio que é aí que entra nossa literatura mais pesada. Contudo, não são apenas os estrangeiros os donos de imaginação, Pedro Bandeira é um grande exemplo brasileiro, e Lobato o mais conhecido...

Dolphin disse...

Eu pensei em fazer um post mas perdi mesmo a vontade depois de ler tudo aqui.

Vou deixar alguns links e espero que todos provem que não são “alunos preguiçosos” e tratem de ler, pricipalmente o Sayron o qual eu teria levantado e aplaudido de pé e gritado “bravo” se tivesse ao menos se dado ao trabalho de digitar no Grande Irmão a frase mágica: “habito da leitura no brasil”

Seu texto opinativo teria se transformado certamente em algo muito mais proveitoso.

O primeiro que dou total destaque é o site do Governo Federal para o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL): http://www.pnll.gov.br

Mas caso não queiram destrinchar o site, segue uma série de links com matérias que fizeram isso com qualidade:

http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=4293

http://www.cimentoitambe.com.br/massa-cinzenta/nao-leitores-chegam-a-77-milhoes-no-brasil/

http://www.revistaestilofashion.com.br/wordpress/variedades/a-importancia-dos-pais-na-formacao-do-habito-de-leitura/

http://www.cultura.gov.br/site/2009/11/23/maioria-dos-que-ganham-ate-um-salario-minimo-nao-compra-livros/


Ações sociais que deram certo:

http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/especial.asp?EditeCodigoDaPagina=994

http://www.blogacesso.com.br/?p=2409

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1207581-7823-PEDREIRO+VIAJA+PELO+PAIS+INCENTIVANDO+O+HABITO+DA+LEITURA,00.html

Isso porque só fiquei na pesquisa sobre o hábito de leitura, nem entrei no mérito da questão do mercado editorial, mas no que diz respeito a Literatura Infantil eu ao menos gostaria que lessem esse artigo de um portal lá da terra do Sayron:

http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/402558/?noticia=LIVROS+E+AUTORES+INFANTIS+CONQUISTAM+O+MERCADO

E para finalizar eu gostaria de dizer à você @FiliPêra que não é uma questão da minha “verdade única” e sim de um olhar lá na frente. Sua postura em todos os últimos episódios sobre o conteúdo que é postado no blog vai de encontro com as muitas conversas que tivemos sobre o futuro do NSN. Uma hora você terá que decidir se quer manter a liberdade anárquica e o blog não avançará muito mais do que isso, ou se passará a ter uma visão empreendedora. E aqui cabe dizer que infelizmente anarquia não combina com “Capetalismo”.

Em breve o NSN sai em versão impressa e você já parou para pensar que a possibilidade de atingir um outro tipo de público é enorme? Ai entra a escolha e dou a polêmica de hoje como exemplo: Manter posts opinativos que batam de frente com dados que comprovam que existe esforço e melhorias no incentivo a leitura e com isso quem sabe, perder uma oportunidade de vender tiragens fenomenais da revista para bibliotecas do ensino público e privado, ou exigir que TODOS que escrevem para o NSN deem o melhor de si para que TODOS juntos cresçam com o blog e TODOS colham os bons frutos desse trabalho?

Eu penso que vocês pequenos padwans, deveriam parar de olhar só a beleza do momento e pensar realmente no futuro, mas isso é só a minha opinião.

Velho da Montanha disse...

Em uma entrevista falando sobre a Dodgen Logic Alan Moore cita um caso interessante:

ele disse pros colunistas que poderiam escrever sobre o que quisessesm e um cara escreveu sobre o Twitter

Alan Moore não usa internet e acha o Twitter uma bobagem, assim como eu, mas quem leu a revista vai ler o texto, por sinal muito bobo e completamente baseado em uma opiniao pessoal, sobre o Twitter.


Ele disse "esse é o mal da anarquia".

eu ACHO que o filipeta faz bem em deixar as pessoas se expressarem, mas como ja citei, ele devia cobrar uma base, coisa que passa pelo cientifico nos textos da Dolphinha, e que pelo texto do senhor do mal Sauron, deve ter uma boa dose de EXPERIENCIA.

ela demosntra a base cientifica nos seus textos e ele demonstrou uma boa base em seu texto.

Coisa que de maneira alguma aconteceu no caso do post sobre o beneficio a presidiarios que nao tinha BASE NENHUMA.

Não era um texto de um cara que estudava direito, nem de um cara que conheceu uma pá de familias de presos e ex-presidiários e poderia opinar algo.

Por isso acho que as coisas devem se separar, uma coisa é um texto cientifico que visa emular o "discurso autorizado" dos academicos, isso tem seu valor mas nao se aplica a tudo, outra é um post mais literário.

No meu blog eu falo muitas coisas baseadas em percepções da realidade muito ptóprias, pouca coisa cientifica, mas pra mim isso tb é um conhecimento.

Eu odeio essa sindrome de Marilena Chatui.

Espero que o blog nao fique cheio de achismo, tipo padre tentando falar de trepada, ou calouro de direito tntando resolver os problemas do Brasil, a questão é ter alguma base, adequada ao que se pretende.

Velho da Montanha disse...

Agora sobre o texto

eu acho que as pesquisas que a Dolphin aponta não correspondem a realiddse que vemos na pratica

o Governo fala que dinminuiu o analfabetismo, que as pessoas leeem mais, mas isso são dados, o que ocorre é que os professores passam os alunos de ano a ano na marra, nao cobram mais nada e isso gera boas pesquisas para o governo. Salarios prara os professores e voto para os politicos.

mas na realidade temos um bom numero de analfabetos funcionais no brasil. Pessoas que leem o nome do onibus e assinam o nome, leeem OLANCE! com txtos rudimentares mas nao passam de homens das cavernas. Nao COMPREENDEM nada alem disso, como nosso proprio presidente, que ja dissee que odeia ler!!

e as pessoas nao leem nada, só esses livrinhos de entretenimento tipo crepusculo, é isso que vende, as pessoas nao lem dostoievsky, elas querem passar o tempo com livrofilmes, isso nao é leitura, nao é cultura.

O Suron senhor do mal errou ao falar da literatura brasileira atual, mas com relação a internet ele acertou, cada vez se usa maia a wikipedia e nao se relaciona informaçoes

saudades do velho tempo da pesquisa em livros, mas os professores nao podem mais conbrar isso dos alunos

a nossa educação serve hj ao mercado de trabalho, um plano ddos esquerdistas, é funcional. por isso a internet é perfeita

superficial e útil qo que se quer

HOMENS OCOS QUE NAO FAZEM NADA ALEM DE TRABALHAR E MORRER.

Sayron disse...

Primeira mente gostaria de agradecer a todos vocês que comentaram meu artigo, seja positivamente ou negativamente. Acho saudável as discussões e elas é que nos fazem raciocinar sobre a vida cotidiana como um todo.
A principio queria fazer um breve comentário a Dolphin. Primeiro eu tirei todo o conteúdo do meu texto com base em vivencia própria. Em nenhum momento me dei ao luxo de buscar fontes externas para meu texto por uma razão. A primeira de que atuo diretamente em uma Associação de Moradores que traz toda uma estrutura a bairros de classe baixa, dando aulas de reforço, incentivando a leitura (e não obrigando!) e buscando meios de fazer com que a vida desses garotos possa melhorar! E o projeto esta simplesmente sendo adotado por toda a prefeitura de Curitiba. Meu foco não era mostrar os defeitos e sim apontar soluções simples e que qualquer um pode utilizar. Foi assim com a minha irmã, será com meus filhos. Faz quem quer. Desculpe-me se isso lhe incomoda de alguma forma.
Interessante você alegar tudo aquilo sobre o meu texto e em momento nenhum apresentar um argumento plausível sobre eles, apenas destacou os trechos e disse que precisava de fontes de pesquisa para eu afirmar aquilo. Primeiro que não generalizei em nenhum momento minhas palavras, uma “legião de preguiçosos” não é igual a uma geração inteira! Existem diversas pessoas que estudam para valer, lêem e fazem de tudo para se manter assim, mas a grande maioria não o faz.
Estou em uma turma de faculdade com mais de 60 alunos e posso te afirmar categoricamente que 75% colam nas provas e fazem trabalhos esdrúxulos. E você quer argumentar que não é essa a realidade de nosso país? Em nenhum momento quis citar política ou afins, acho que não esta la o problema, e sim dentro de casa!
“Alunos preguiçosos + Professores incapacitados + Informação instantânea = Problemas educacionais gravíssimos."
“Novamente gostaria de obter dados de pesquisa, dados completos que contenham também as informações sobre a rede de ensino particular.”
Esse trecho da sua declaração é muito interessante, pois isso existe em qualquer escola, particular ou estadual. A menos que você esteja com a sua visão completamente coberta e que nas escolas onde você estudou tudo era lindo e maravilhoso, parabéns! Aqui as escolhas particulares mais caras sofrem tanto com isso quanto em escolas publicas. E lá ainda existe o agravante “Você sabe quem é meu pai?”.
Posso ter me equivocado seriamente em falar que os autores brasileiros estão em uma péssima safra de livros e ter apenas citado Paulo Coelho. O @Jordan em seu comentário me mostrou a idéia principal, existe pouca divulgação sobre eles. Preferimos seguir a série de uma mulher que nem conhece nossa realidade e que acredita que vampiros brilham no sol do que pesquisar algo que esteja em OFF na mídia. É que minhas leituras se atem as mais antigas e tenho pouquíssimo material atualizado, então me perdoem e muito obrigado àqueles que me apontou o erro, tenho de concordar com vocês.
Agora cara Dolphin, me responda quais opções infantis existem hoje no mercado? Ao afirmar a frase abaixo demonstra um total conhecimento do que rola no mercado infantil hoje né? Tem ido a bancas de jornal? Livrarias? Conte-me se você encontra algo fora Turma da Monica Adolescente? Vamos se houver prometo que irei comprar a coleção toda para minha irmã. Via que estão todas escondidas em São Paulo né?! Tudo sempre fica por ai mesmo.
“Livros curtos e com muitas imagens e quadrinhos infantis, apesar das poucas opções existentes hoje no Brasil..
Essa afirmação foi de longe a que mais me surpreendeu, pois não sabia mesmo que você meu querido amigo, estava tão a par do mercado editorial. Poderia por favor, compartilhar conosco mais uma vez as suas fontes de pesquisa?”

[...CONTINUA]

Sayron disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sayron disse...

Bom...desculpe-me Filipêra, mas se for para escrever artigos extremamente científicos, com direito a estudos e tudo mais, vou ater-me apenas a minha monografia, que por sinal levara uns dois anos para ser concluída, pois esta sim dependerá de muita pesquisa, fontes e afins e não apenas a minha reles opinião e a guardarei somente para mim.
É que a situação o Brasil é tão complexa que apenas algumas pessoas conseguem ver tudo o que o país esta fazendo em prol de nossa crianças e afins, acham que as escolas no Brasil são a perfeição na Terra. Quem sabe sou somente mais um alienado pela Matrix né? Talvez por isso a educação brasileira seja tão respeitada fora do país.
@Jordan, irei responder especificamente sua pergunta: “Você esta sugerindo uma geração de jovens alienados, distantes da realidade do ser humano?????”
Então, não quero criar uma legião de alienados como você mesmo falou, mas a ficção é o maior atrativo para novos leitores é o inicio de tudo! Dessa forma conseguirão futuramente, por conta da bagagem nova de literatura, entender contextos, histórias, tramas e afins de livros como dos autores citados! São livros belíssimos, mas são completamente inúteis para fazer um aluno do Ensino Fundamental ou Médio começar a gostar de leitura!
Como @VelhodaMontanha disse, as referencias apresentadas em seu links @Dolphin não mostram um teco sequer da nossa realidade.Estudei em escolas bem fodas aqui em Curitiba, do tipo que professores passavam todos os alunos, os que se esforçaram e aqueles que só atrapalharam. Leitura? O Colégio Estadual do Paraná é o único que tem uma biblioteca de qualidade, e ainda assim existem poucos volumes daqueles que trazem os adolescentes para a leitura. E ai? Fazer o que? Reunir grupos e fazer a leitura. Muito cômodo e confortável...além de cômico ver três ou quatro pessoas lendo o mesmo livro e ao mesmo tempo...rsrsrsrs...
Mas essa é a minha opinião...gostaria apenas de enfatizar que continuarei a utilizar o método de escrever que melhor me caber, pois assim EU expresso minha opinião e sempre digo ao Filipera, não tenha medo de cercear um texto que você achar ruim, sem embasamento ou que apenas não faz parte do contexto do NSN.
Abraços a todos!

Sayron disse...

A sim me desculpem, nessa frase:

“Livros curtos e com muitas imagens e quadrinhos infantis, apesar das poucas opções existentes hoje no Brasil.."

Estava apenas me referindo aos quadrinhos, atualmente é dificil achar algo de qualidade para dar a uma criança!

E não aos livros infantis, esses sim possuem MUITAS opções de qualidade consideravel!

Velho da Montanha disse...

Uma coisa interessante sobre essa propagando do governo de incentivo a leitura.

Já participei de algumas feiras de livros, alias, em tres grandes cidades. Minha relação com o livro ja tem 20 anos, sou apaixonado pelos livros. Ja tive inclusive um pequeno sebo em uma praça publica, oito anos atras.

Uma coisa que observei nessas feiras é que os estudantes são levados a elas pelos professores, como a um circo, centenas deles.

Lá eles veem estandes montados com livros de 1 real, 2 reais. Pequenas brochuras de 20 páginas que quando nao são resumos de historias tipo branca de neve, são conteudos pífios com ilustrações horriveis.

Essas pequenas revistas são vendidas e distribuidas pros estudantes, o governo paga atraves de contrato com livrarias e editoras, obviamente, empresas como o grupo abril, de propriedades da familia judia Civita, que tem contratos milionarios com os governos de direita e esquerda desde a época da ditadura, e que manipula inclusive livros didaticos, em favor da cultura judaica e de suas ideologias de mercado, e edita a honoravel revista VEJA.

Pois essa artimanha de distribuir essa porcaria pros alunos vira estatistica do governo, dai eles dizem "afeira de livro vendeu 200 milhoes de exemplares e foi visitada por 3 milhoes de pessoas"

mas o que eles nao falam é que os estudantes são obrigados a ir lá, isso conta ponto, e eles passam na catraca registrando sua presença,

e esses opusculos ridiculos, que nao sao livros, sao empurrados pra eles, as editoras ganham milhoes em dinheiro, e o governo ganha em prestigio.


todas as pesquisas sobre educação no brasil sao falsificadas, em prol dos governos.

pq nao se investe em ensino médio?

pq empresarios ganham milhoes com cursinhos

pq se investe em ensino tecnico?

pq é uma educação de operarios que so leeem manuais de trabalho, gente estupida, macaquitos que so pensam em futebol, uma geração inteira de lulinhas.

todos esses governos, do PT ao PSDB estao envolvidos na destruição da culltura, na criação de uma cultura de operarios , de macaquitos animais futebolistas e debil mentais que so pensam em videogames, iPhones e internet.

incentivo a leitura?

da parte do governo?

conta outra!

professores cobrando dos alunos?

so se for pra ser preso por bulying, perder o emprego!!

é o fim amiguinhos

Chico Fagundes disse...

Só pra reforçar o que o Velho da Montanha diz, quem tiver interessado, procura os trabalhos da Maria Isabel Moura Nascimento, onde ela aborda a História da Educação do Brasil.
É um trabalho muito interessante que vem mostrar que apesar da evolução do ensino no país, o ensino fundamental sempre foi renegado às classes populares, e que o ensino médio sempre foi propedêutico, visando o ingresso ao nível superior.
Esse tema é sempre repetido, e a gente sabe disso. Só os mais abastados tem acesso à educação de qualidade, enquanto os mais pobres uma educação básica horrível, formadora apenas de mão-de-obra para as car~encias do mercado de trabalho.
Além disso, o que é mais enfatizado, é o controle das elites sobre a sociedade, garantindo através da educação, o status quo, principalmente aqui no Brasil.

Dizer que o governo incentiva a leitura, a educação, é muita balela. Os professores são sim incapacitados, os alunos são preguiçosos e por aí vai.

Posso dizer isso porque minha mãe é professora, me formei em História, e tenho vários colegas professores.

Não achem que escola particular é melhor não, pois tem aquela máxima que já levantaram aqui: Você sabe com quem tá falando?

Ednaldo disse...

Velho da Montanha:
"pq se investe em ensino tecnico?

pq é uma educação de operarios que so leeem manuais de trabalho, gente estupida, macaquitos que so pensam em futebol, uma geração inteira de lulinhas."
Estudei em uma Escola Técnica, onde aprendi, sim, a ser operário, mas onde nunca faltaram bons livros, professores fabulosos não só em conteúdo mas em exemplos de vida e ética.

Sinto se seu preconceito me coloca no mesmo nível de macaquitos, sinto por você. Acho que viver num mundo onde todos que gostam de coisas diferentes ou pensam de forma diferente do que vc considera que as pessoas devem pensar são macaquitos.

Governo nenhum é responsável pela destruição da cultura, pessoas como você o são. Afinal, a cultura não se resume às belas artes (que, curiosamente, muito me agradam) mas também do futebol, das músicas do povo (que eu me sinta tão triste ao ouvir um funk cuja letra ensina a bater em mulher - pior, cantada por mulheres) e mesmo da cultura pop.

Pelo contrário, quem destrói a cultura é o próprio povo e nenhum governo que não seja ditarorial pode ir contra os desejos do povo e dizer "Funk é ruim e à partir de hoje todos devem ouvir Mozart". Portanto, ninguém destrói cultura, as pessoas a mudam de acordo com seus interesses.

Posso não gostar de funk (apenas citando o exemplo mais comum de música odiada por muitos) e me incomodar com o maldito vizinho que ouve no último volume em frente À minha casa, mas funk é cultura. A cultura se transforma pro bem ou pro mal, mas não é destruída.

Enfim, ao invés de reclamar das pessoas e das escolhas que elas fazem, mostre que sua escolha é melhor e elas poderao escolher seguí-la tbm.

Mas, em off, chamando quem pensa diferente de macaquitos, já imagino de começo que não tenho interesse em seguir sua cultura.

Leandro disse...

Como alguns comentários disseram e, disseram bem! Quem mexe na cultura é o povo. Na maioria das vezes dotados de grande falta de conhecimento e estudo, visão e criatividade; limitados a comentários medíocres e pouca visão!

Mais por que? Porquê na maioria das vezes são pessoas que não estudam ou que param de estudar, que fizeram cursos técnicos e esta guinaram!

Futebol, funk, Pop Rock e afins... São na maioria das vezes ruins? Sim! Na maioria das vezes pessoas e classes sociais batem de frente por visões diferentes do mesmo assunto; isso é normal; mas quanto maior for a falta de educação e leitura (principalmente, independente de qual for), mais limitado a pessoa é para viver em sociedade, ela torna-se "burra" por preguiça e "burra" por sua própria ignorância!

Para aqueles que reclamaram da falta de dados no texto: Desde o começo, nota-se que se trata de um opinião pessoal! Isso é inegável. E quem dera que se todas as pessoa que tivessem algo para falar conseguissem escrever um texto como esse, simples! Mas que vai direto ao ponto!

E para aqueles que estão reclamando dos moderadores, ou, do moderador! Por permitir este tipo de texto; pedindo para haver mais seleção no que será postado. Se começar a ser obrigatória a postagem de informação, opinião, e afins; com bases científicas; os textos teriam que ter uma linguagem acadêmica e serem utilizados para outras coisas; não só para expressar uma opinião em um blog impessoal! Concordam?

“E não estou dizendo que os comentários e textos devam ser “porcos”, escritos e nem pensados com seriedade! E sim, serem escritos e revisados com bom censo e atento ao português e ao tema proposto!”.

Agora sim! Na revista que talvez será lançada! Aí sim; terá que haver mais seleção e observação dos conteúdos, justamente por atingir um publico bem diferente do que está acostumado com os comentários e temas do blog.

E me atrevo a modificar uma frase bem conhecida, para o tema discutido e também discutido nos comentários:

"Cultura" não pode ser criada nem destruída! Apenas, transformada! (para seu gosto, ou, para dos outros)

Boa noite!

Leandro disse...

Desculpem pele erro: é "estagnaram"! Não uso muito essa palavra! Desculpem!

FiliPêra disse...

@Dolphin... [para terminar de uma vez por todas esse assunto pra mim]

Bom, por mais clichê e aparentemente inocente que possa parecer, a Liberdade jornalística e de opinião, pra mim, está acima da questão financeira. Se fosse diferente, esse blog seguiria outros moldes, bem diferentes. E sim, manterei a "liberdade anárquica" por aqui, e o NSN cresceu MUITO com essa postura até o momento. E, ao menos nesse curto prazo, cresceu mais 8% em tráfego de dois meses pra cá, em que rolaram todas essas polêmicas.

Quanto a revista, ela será GRÁTIS e em Creative Commons. Ou seja: não serão vendidas tiragens dela para ninguém, o que me tira a preocupação sobre as questões apresentadas por você. E, caso alguma empresa ou biblioteca de fora do Sudeste (onde estarão localizados os pontos de distribuição) queira a revista e não pretenda pagar taxas postais, é só baixarem o PDF do site e a imprimirem. Simples assim...

Quanto a linha editorial, duas coisas: ela não será uma versão impressa do blog, e todos crescerão com ela, coisas que deixei bem claro na série de emails que mandei para todos que querem colaborar com ela. Se não der certo dessa maneira, desisto do projeto, pois seria ir contra tudo que defendo.

Quanto ao artigo do Sayron, falei tudo que tinha que falar nos comentários que fiz, assim como corroboro os comentários de quase todos os leitores.

Ednaldo disse...

Bem, discordo um pouco Leando:

==mas quanto maior for a falta de educação e leitura (principalmente, independente de qual for), mais limitado a pessoa é para viver em sociedade, ela torna-se "burra" por preguiça e "burra" por sua própria ignorância!==

Sendo assim, a Alemanha nunca teria seguido Hitler, pois sempre que leio sobre o assunto se comenta que os alemães eram um dos povos mais educados da Europa de então.

Acho que ser bom pra sociedade é menos relativo à educação formal que à educação de berço. Temos médicos que abusam sexualmente de pacientes, assim como pobres que abusam sexualmente dos mais fracos....

Acho que a Educação é imprescindível, mas dizer que por ter Educação Formal uma pessoa é melhor pra sociedade que outra que não tem, sem levar em conta fatores que independem da Educação é fria.

Afinal, tem muito filhinho de papai que tem até MBA comprado e é tão preguiçoso (talvez até mais) que muito jovem semi-analfabeto que trabalha pra sustentar a família.

Eu mesmo estou começando um negócio próprio e fiquei horrorizado ao conversar sobre isso com amigos e colegas... Tem muito picareta com diploma e carrão por aí...

Ednaldo disse...

rs...

Não posso deixar de postar isso, relacionado ao que disse antes:

Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura àPrefeitura deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos etc.. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic)cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à p... que o pariu!

Davi disse...

Ministério da Saúde adverte:

Falta de sexo causa histeria ...

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